Música
Manu Rangel | May 29, 2008Enquanto o site dos Quilombos Urbanos não fica no jeito, mais uma pra gente ouvir, dançar pular, pensar…
Guerra Civil
Divirtam-se! E preparem-se porque os shows vão começar!
Enquanto o site dos Quilombos Urbanos não fica no jeito, mais uma pra gente ouvir, dançar pular, pensar…
Guerra Civil
Divirtam-se! E preparem-se porque os shows vão começar!
Tá estressado?
Não, não vá pescar!
Dá trabalho, fede e, dependendo de onde for a pescaria, periga você pegar alguma doença nada amistosa. Isso não é nem um pouco aconselhável – mesmo que você queira perder uns quilinhos e tenha preguiça de procurar um ortomolecular ou comprar Magrins no Polishop – principalmente em tempos de emergências de hospital lotadas e chefes poucos tolerantes nessa fase carioca do pós-dengue…
Para aliviar a tensão, basta clicar aqui!
Como usuária, aconselho o maravilhoso “maniac mode”.
Relaxa, meu povo!
Mais uma vez, Clarice (sobre eternidade):
“A liberdade que às vezes sentia não vinha de reflexões nítidas, mas de um estado como feito de percepções por demais orgânicas para serem formuladas em pensamentos. Às vezes no fundo da sensação tremulava uma idéia que lhe dava leve consciência de sua espécie e de sua cor.
O estado para onde deslizava quando murmurava: eternidade. O próprio pensamento adquiria uma qualidade de eternidade. Aprofundava-se magicamente e alargava-se, sem propriamente um conteúdo e uma forma, mas sem dimensões também. A impressão de que se conseguisse manter-se na sensação por mais uns instantes teria uma revelação – facilmente, como enxergar o resto do mundo apenas inclinando-se da terra para o espaço. Eternidade não era só tempo, mas algo com a certeza enraizadamente profunda de não poder contê-lo no corpo por causa da morte; a impossibilidade de ultrapassar a eternidade era eternidade; e também era eterno um sentimento em pureza absoluta, quase abstrato. Sobretudo dava idéia de eternidade a impossibilidade de saber quantos seres humanos se sucederiam após seu corpo, que um dia estaria distante do presente com a velocidade de um bólido.
Definia eternidade e as explicações nasciam fatais como as pancadas do coração. Delas não mudaria um termo sequer, de tal modo eram a sua verdade. Porém mal brotavam, tornavam-se vazias logicamente. Definir a eternidade como uma quantidade maior que o tempo e maior mesmo do que o tempo que a mente humana pode suportar em idéia também não permitiria, ainda assim, alcançar sua duração. Sua qualidade era exatamente não ter quantidade, não ser mensurável e divisível porque tudo o que se podia medir e dividir tinha um princípio e um fim. Eternidade não era a quantidade infinitamente
grande que se desgastava, mas eternidade era a sucessão.”
Quem se apaixonou alguma vez nessa vida já conhece os benefícios que a historinha do dois-pra-lá, dois-pra-cá, pode trazer.
Mas as chances aumentam muito com a pessoa amada quando você tem um quê de John Travolta ao encarar uma pista de dança. Só que não é nada fácil. É necessário procurar por novos passinhos sempre, estar antenado a novas tendências no mundo do salão porque, afinal de contas, o importante é impressionar positivamente o gatinho-ladrão-do-nosso-coração.
E é para ajudar quem está “in love” que eu apresento a coreografia mais charmosa de todos os tempos! Com vocês, Armi Ja Danny, a dupla mais fofa e mais parecida com o Phelipe, do “Qual é a Música?”. Eles interpretam e dançam maravilhosamente o hit “I Want to Love you Tender”, o maior sucesso nas paradas escandinavas desde a Era Disco!
Remexe, vai!
Joga o bracinho pro alto, sobe na cintura do rapaz, roda a mão e vai! “I love you I want to love you tender…”
No trem, vai!
E vamos pra casa em um conversível voador! M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O!
Olha, ainda bem que eu não vi o jogo. Até tentei, é verdade. Mas o cansaço era tanto que, antes mesmo de começar, eu já tava sonhando, só com o grito da torcida. Sonhei que tava batendo uma falta com o meu tênis laranja em um campo de futebol numa casa de festas infantis (era sonho, cara…). Só não me lembro se fiz gol. Mas lembro que era tenso o momento. Adrenalina pura.
Com isso, logicamente percebi que não conseguiria assistir à partida de despedida do tio Joel e desliguei a televisão. Ufa! Viva o controle remoto!
Mas, na manhã seguinte… me vira um recalcado de um botafoguense e me oferece a chupeta. Enfia onde você quiser essa porcaria, alvi-negro de bosta! Eu, hein!
Foi aí que fiquei sabendo do fiasco do Flamengo no Maracanã. A festa ficou por conta de doses de tequila e alguns sombreros. O América do México, quem diria, meteu 3 gols no Mengão. Me contaram que o tal do Souza tava chutando pior do que Roberto Baggio batendo pênalti na final da Copa, lembram-se? Penalidade máxima nessa história toda foi o Maraca lotado ficar calado… que pecado!
Ainda bem que eu não me importo com isso. Sério mesmo! Até porque os caras podem perder a partida numa boa que o salário deles tá lá, lindo e gordo (a única coisa que é gorda e linda ao mesmo tempo e que eu conheço é salário). Se bem que me disseram que aquele jogador, o sei-lá-o-quê Luciano – pode ser Zezé Di Camargo?! -. Enfim! o tal do Luciano não jogou porque o povo da Gávea tava devendo alguns Cabrais para o moço… não era nada de coxa dolorida não… era salário que não tava na mão!
Voltando ao “eu não me importo com isso”… Não me importo mesmo. Eles podem perder a partida que for que continua tudo relativamente bem. Já eu, você e qualquer pessoa que tenha estudado em vez de se dedicar ao futebol, nós temos mais é que vencer todo dia. E é sempre jogo, sem tempo para treinar. E o meu salário continua a mesma merreca. E ai de mim se eu deixar de trabalhar porque não pagaram isso ou aquilo… E meus pais, coitados, professores que estudaram e ralaram a vida toda nunca vão ganhar 1/3 do que esses pernudos ganham! Pernas lindas, é verdade.
Ah! Pra essa história do Mengão ter perdido, no fundo, eu nem ligo…
E, no mais, posso até não ter um salário milionário, mas pelo menos eu sei soletrar palavras e não tenho problemas com concordância… e não digo MENAS!
Se o Flamengo perdeu, como diria um célebre jogador – sempre tão inteligentes esse rapazes -, foi por causa de duas palavrinhas: “A ZAR!” Dia de muito, véspera de pouco.
Ainda bem que o meu time coração é o Friburguense… Guenseeeeeeeeeeeeee!!!! Isso sim é que é time!

Ah! E a historinha do A ZAR é verdade mesmo… Azar o nosso de ter perdido a cena, né não?! hahahahaha!

Tá pensando o quê? Obina é iluminado! É o Chuck Norris do gramado!
Mengo!
“Vem viver teu sonho comigo
Te mostrarei que o arco-íris tem muito mais do que sete cores.
E quem diz nessa vida que existem muitos amores
É porque ainda não me viu contigo
Nas esquinas, nas ruas, nas rodas
Que giram pelo mesmo motivo, no mesmo lugar.
Vem sonhar tua vida comigo!
Senta do meu lado,
Ouça o que eu te falo e não te digo:
Me deixa ser teu sonho, teu castigo.
Quero ser tua vida, tua vontade sonhada.
Deixa eu ser tua gargalhada,
Teu sonho realizado.
Vem viver tua vida ao meu lado,
Comigo.
Dorme e acorda, sonha comigo.
Me deixa pisar na tua estrada, mostrar o caminho.
Deixa eu te fazer um carinho
E, quem sabe, um café.
Dorme e acorda comigo.
Sonha comigo!
Faça de mim a tua mulher.”
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